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Manuela Siqueira Cordeiro
tem poesia no sangue e se faltar caneta ou tonner na impressora, ela é
capaz de arrancá-lo para não perder o verso. Seu primeiro poema brotou
aos 7 anos. Poema de criança falando de crianças, as vítimas da Chacina
da Candelária. Acumulou premiações e hoje faz parte da Sociedade
Internacional dos Poetas (nada mortos). Com 16 anos, na fronteira com a
juventude, pensa em se formar em Relações Internacionais. Terá que
falar outros idiomas – já domina bem o inglês ao ponto de fazer poesia
nesta língua. Manuela acha que para criança poesia é essencial e fala
como quem está crescida de coração. |